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Você deseja visitar Paris, mas não sabe por onde começar? Ou melhor, deseja fugir dos pontos clichês, ou pelo menos não ficar só neles? O Museu do Louvre, a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo, entre outros, são lugares tão badalados e comentados, que acabam escondendo outras atrações, igualmente interessantes, de uma das cidades mais famosas do mundo. 

Uma das vantagens em se visitar pontos não tão conhecidos é que eles costumam ter menos gente e dão oportunidade para o turista se sentir como um parisiense, revelando outros aspectos ou ângulos da cidade. 

Assim, aqui estão alguns dos destinos menos óbvios da Cidade Luz, separados por categorias não tão convencionais assim. Continue lendo! 

Museus individuais 

Há vários outros museus em Paris além do Louvre, como o Musée Rodin e o Musée Eugène Delacroix. O de Rodin, localizado num castelo, dispõe de um amplo jardim, que também faz parte da visita, pois, além da beleza natural (e da possibilidade de ficar sentado debaixo das árvores), é onde estão localizadas muitas das obras-primas mundialmente famosas desse escultor, como “O Pensador” e “O Beijo”. 

Já o Museu Eugène Delacroix está localizado no prédio onde morou e trabalhou o pintor. O jardim, que abriga o ateliê, foi recriado conforme era na época em que ele viveu, e visitá-lo antes ou depois da exposição das suas obras proporciona uma nova experiência de fruição do trabalho deste artista. 

Paris, uma cidade multicultural 

Normalmente nos esquecemos disso, mas Paris é uma cidade que abriga pessoas de todas as partes do mundo, e há vários lugares que celebram essas outras culturas. Um deles é a Grande Mesquita de Paris, criada com base na mistura arquitetônica dos árabes muçulmanos e dos povos ibéricos, famosa por seu hammam, ou seja, o banho turco. Para completar o relaxamento, ainda é possível se deliciar com o salão de chá local, que serve vários doces. 

Le Marché de Belleville talvez seja o melhor lugar para encontrar pessoas e gastronomia dos mais variados lugares do mundo. É uma feira, em que produtores locais disputam espaço com restaurantes fazendo na hora comidas típicas dos mais diversos países. Mas a grande particularidade aqui não é essa. Apesar de hoje poder ser considerado um ponto turístico, Belleville é o bairro mais pobre de Paris, e durante muito tempo foi mal visto por concentrar a classe operária e imigrantes. Assim, você vê pessoas como judeus, árabes, africanos, asiáticos e outros fazendo as compras da semana ali, o que contribui para te fazer esquecer que é um turista. Além disso, os preços são mais em conta, e sempre é possível pechinchar. 

Para visitar os mortos 

Por incrível que pareça, a Catacumba de Paris pode ter fila na porta. Os túneis subterrâneos das pedreiras da cidade foram escolhidos no século XVIII para receber restos mortais, para evitar que os cemitérios contaminassem as propriedades vizinhas a eles. São pelo menos 6 milhões de esqueletos, que formam paredes de ossos. 

Os fãs de artistas têm a opção de visitar o Cimetière de Montparnasse, onde estão sepultados nomes como Charles Baudelaire, Sartre e Maupassant. No Père Lachaise, em Belleville, você encontra Jim Morrison e Oscar Wilde.

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