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A maior cidade brasileira também sabe falar francês, bien sûr! Veja endereços da capital paulista onde a França deixou sua marca histórica.

JARDIM DO MUSEU DO IPIRANGA

Os primeiros jardins em torno do edifício, formados entre 1908 e 1909, foram projetados pelo paisagista belga Arsenius Puttemans e reproduzem concepções inspiradas nos jardins barrocos franceses do Palácio de Versailles. Em 1922, esses jardins foram ampliados em 1.500 m2.

PALÁCIO DAS INDÚSTRIAS

A ideia para a construção desse empreendimento surgiu em 1910, com a expansão da malha urbana e com a urbanização do Vale do Anhangabaú. Com isso, foram levadas várias propostas para melhorias estruturais de São Paulo, seguindo as tendências da “Belle Époque”.

Em 1911, convidado pelo prefeito Raimundo Duprat para examinar essas propostas, o arquiteto francês Bouvard sugere a implantação de dois grandes parques nos moldes dos parisienses “Bois de Boulogne” e “Bois de Vincennes”: um sobre o Vale do Anhangabaú e outro sobre a Várzea do Carmo.

Hoje, o edifício abriga o divertido Museu Catavento, que leva ciência e inovação para o público infanto-juvenil – e inclusive já abrigou exposições patrocinadas pela França.

LARGO DO AROUCHE

Famoso por seu Mercado de Flores, tradição do local há quase 60 anos, o Largo é conhecido também como “Praça das Flores”. O local foi idealizado de modo a representar os tradicionais mercados de flores franceses, presentes principalmente em Paris nos anos 1930, quando foi oficializada a praça.

O local também abriga o La Casserole, o primeiro bistrô da capital paulista, fundado em 1954 por Roger e Fortunée Henry, recriando ainda mais a atmosfera parisiense no centro de SP. Hoje, já é comandado pela terceira geração da família francesa e conta com festivais que mesclam arte e gastronomia. 

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